quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Crentes não salvos

CRENTES NÃO SALVOS



Conversando com dos diáconos de nossa Comunidade de fé acerca de atitudes e equívocos espirituais de pessoas que agem de certas formas que podemos dizer que de fato não entenderam o Evangelho e o Reino de Deus, eu disse que agora entendo o que meu pastor Geraldo Santana (in memorian) me falava.

Quando ele via certos comportamentos de algum irmão ou irmã (isto lá na década de 1990) que não estavam de acordo com os princípios bíblicos e cristãos, ele sempre dizia: “Meu filho, eu tenho dúvidas da salvação desta pessoa!” Tristemente, hoje, e apenas hoje, 23 anos depois é que compreendo aquela tristeza em seu coração.

Também se tornam mais claros os textos das Escrituras que dizem:

Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;
2 Pedro 2.9,10

Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus;
O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber:
A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção;
Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade...
Aos romanos 2.5-8

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos...
2 Timóteo 3.1,2

Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
Aos romanos 11.21

                Minha sincera oração é que o Senhor conceda a todos nós humildade e arrependimento a fim de que nossos corações sejam verdadeiramente convertidos.


Bp. Carlos Carvalho

Comunidade Batista Bíblica

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O CRISTIANISMO: Uma síntese histórica dos fundamentos da civilização ocidental


O CRISTIANISMO

Uma síntese histórica dos fundamentos da civilização ocidental


“Somente o Cristianismo é o fundamento máximo da liberdade, da consciência, dos direitos humanos e da democracia, os referenciais da civilização ocidental. Continuamos a nos nutrir desta fonte.”
Jürgen Habermas

A civilização ocidental foi edificada pelo Cristianismo. O problema não é que nossos jovens sabem muito sobre o Cristianismo, mas que eles sabem muito pouco. O Ocidente foi construído sobre dois pilares: Atenas e Jerusalém, das duas a mais importante é Jerusalém. A Atenas que conhecemos e amamos não é a que realmente era, mas sim, a Atenas vista pelos olhos de Jerusalém.

Alguns acusam – como Edward Gibbon – que o Cristianismo substituiu a civilização clássica greco-romana pelo barbarismo religioso. Porém, não foram os cristãos que destruíram a civilização romana, foram os hunos, os godos, os vândalos e os visigodos que fizeram isso. Com o passar do tempo, o Cristianismo converteu e civilizou esses povos rudes.

O Cristianismo é responsável pelo modo de vida e pela organização de nossa sociedade. Até as muitas grandes obras das artes, como a capela Sistina, a Pietà de Michelangelo, a Última Ceia de da Vinci, o Cristo em Emaús ou Simeão no templo de Rembrandt, os murais espetaculares em Veneza de Veronese, Titian e Tintoretto, o Messias de Handel, o Réquiem de Mozart e a composição de Bach. O que dizer das catedrais góticas feitas com pedra e vidro, e as produções de Dante e Shakespeare. As grandes obras destes homens não teriam existido sem o Cristianismo.

“Se o Cristianismo não tivesse nascido do Judaísmo, é possível eu ainda estivéssemos vivendo na Era das Trevas.”
Rodney Stark

“É possível que nenhum de nós fosse o que é hoje se um punhado de judeus há quase dois mil anos atrás não tivesse acreditado que haviam conhecido um grande mestre, que o haviam visto crucificado, morto e enterrado, e depois ressuscitado.”
J. M. Roberts

Não dá para imaginar nem nossos maiores céticos e ateus – como Voltaire e Nietzsche – sem o Cristianismo (Voltaire foi educado por jesuítas; o pai de Nietzsche era pastor e o título de sua autobiografia, Ecce Homo, é uma referência ao que Pilatos disse sobre Cristo: “Eis o homem”).

Mesmo a palavra “secular” – tão celebrada hoje em dia – é um termo cristão. Era usado para o catolicismo se referir ao modelo de vida dos sacerdotes em relação à sociedade. Havia os que se uniam a uma ordem “religiosa” e os que vivam na paróquia entre as pessoas comuns, e eram chamados de “secular”. O secularismo é uma invenção do Cristianismo e os valores seculares são seus produtos, mesmo que tenham sido separados de sua fonte original.

Portanto, os jovens ateus, céticos e secularistas deveriam ter mais respeito pelo Cristianismo e honrar suas origens e pressupostos, mesmo que não se convertam à nossa crença.


C. K. Carvalho
Pesquisador autônomo, Teólogo e Cientista Social

Fonte:

D’Souza, Dinesh. A verdade sobre o Cristianismo. Thomas Nelson Brasil: Rio de Janeiro, 2008. Do capítulo 5: Dêem a César: A base espiritual do governo limitado. p.61-75.


Imagem: O Cristo em Emaús de Rembrandt.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

17 ERROS DE ABORDAGEM E INTERPRETAÇÃO DO TEXTO SAGRADO




HÁ ERROS NA BÍBLIA? NÃO!
           
Os críticos afirmam que a Bíblia está cheia de erros. Alguns falam, até mesmo, em milhares de erros. A verdade é que não há nem mesmo um só erro no texto original da Bíblia que tenha sido demonstrado. Isso não quer dizer que não haja dificuldades em nossas Bíblias. Dificuldades há, mas erros, não.

A Bíblia é isenta de erros, mas os que a criticam não são. Todas as alegações feitas nesse sentido baseiam-se em erros cometidos pelos próprios críticos. Tais erros enquadram-se numa das seguintes principais categorias:

Erro número 1: assumir que o que não foi explicado seja inexplicável.

Erro número 2: presumir que a Bíblia é culpada, até prova em contrário.

Erro número 3: confundir as nossas falíveis interpretações com a infalível revelação de Deus.

Erro número 4: falhar na compreensão do contexto da passagem.

Erro número 5: deixar de interpretar passagens difíceis à luz das que são claras.

Erro número 6: basear um ensino ou uma declaração numa passagem obscura.

Erro número 7: esquecer-se de que a Bíblia é um livro humano, com características humanas.

Erro número 8: assumir que um relato parcial seja um relato falso.

Erro número 9: exigir que as citações do Antigo Testamento feitas no Novo Testamento sejam sempre exatas.

Erro número 10: assumir que diferentes narrações sejam falsas.

Erro número 11: presumir que a Bíblia aprova tudo o que ela registra.

Erro número 12: esquecer-se de que a Bíblia faz uso de uma linguagem comum, não-técnica.

Erro número 13: considerar que números arredondados sejam errados.

Erro número 14: não observar que a Bíblia faz uso de diferentes recursos literários.

Erro número 15: esquecer-se de que somente o texto original é isento de erros, e não qualquer cópia das Escrituras.

Erro número 16: confundir afirmações gerais com universais.

Erro número 17: esquecer-se de que uma revelação posterior sobrepõe-se a uma anterior.


“... a única conclusão a que se pode chegar com respeito àqueles que pensam terem descoberto um erro na Bíblia é que eles não sabem muita coisa a respeito dela - na verdade, sabem é muito pouco sobre a Bíblia! Isso não significa, é claro, que entendemos todas as dificuldades existentes nas Escrituras.” (Norman Geisler)

Carlos Carvalho
Teólogo e Cientista Social

Fonte:

Geisler, Norman L. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia / Norman Geisler, Thomas Howe; traduzido por Milton Azevedo Andrade. — São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O Túmulo Vazio de Jesus







O Túmulo Vazio de Jesus


O fato do túmulo de Jesus ser o único na História da humanidade onde um grande vulto ou um homem excepcional se encontra vazio e seu local de sepultamento não possuir os seus restos mortais é contrário a toda cosmovisão religiosa, político, pessoal, familiar, nacional, tribal e heróica do passado e da antiguidade.


A inversão histórica e contrária ao comum da prática humana do sepultamento de personalidades ou de pessoas especiais a qual o túmulo vazio caracteriza é prova concreta, substancial e inatacável da ressurreição de Jesus, o Cristo.


Carlos Carvalho
Teólogo

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Palavras de A. W. Tozer


Palavras de A. W. Tozer
(1897-1963)

Existe uma maldição antiga que permanece conosco até hoje – a disposição da sociedade humana de ser completamente absorvida por um mundo sem Deus.

Por isso, os homens buscam dinheiro, fama, lucro, fortuna, entretenimento permanente ou apego aos prazeres.

Buscam qualquer coisa que lhes removam a seriedade do viver e que os impeça de sentir que há uma Presença, que é o caminho, a verdade e a vida.

O cristianismo de hoje não transforma pessoas. Pelo contrário, está sendo transformado por elas. Não está elevando o nível moral da sociedade, está descendo ao nível da própria sociedade, congratulando-se com o fato que conseguiu uma vitória, porque a sociedade está sorrindo enquanto o cristianismo aceita a sua própria rendição.



Carlos de Carvalho

Teólogo e Cientista Social 

sábado, 15 de agosto de 2015

Carlos Carvalho: O Retorno do trono de Satanás

Carlos Carvalho: O Retorno do trono de Satanás: O RETORNO DO TRONO DE SATANÁS   “Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás...” Apocalipse 2.13 ...